quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Cafayate - A Terra da uva Torrontés

Data: 10 a 12 de janeiro de 2014

Depois de bem descansados rumamos ao Norte e resolvemos parar em Cafayate por uma noite. Como sempre hotéis lotados e difícil de conseguir uma hospedagem, mas conseguimos uma boa pousada perto da praça central da cidade.
Próximo de chegar a Cafayate pela Ruta 40 começa (ou finaliza) a Rota do Vinho de Salta, a qual esta região está afeta (foto 1). São centenas de vinícolas, que eles chamam de bodegas, sendo as mais conhecidas dos brasileiros a Etchart e a Bodega El Esteco. A primeira fabrica os vinhos de rótulos de nome da casa (Etchart Privado, por ex.) e a segunda é a mais bonita e imponente.
A Bodega El Esteco é a antiga Bodega Michel Torino. Foi comprada por um grupo norte americano que a modernizou e tem um tour vinícola muito bacana.
Curiosidade – Essa região de Cafayate é reconhecida como a região do vinho Torrontés. Essa uva de origem espanhola se adaptou tão bem ao clima e às condições edáficas locais (terroir) que notabilizou a região em que a uva Torrontés desenvolve a melhor expressividade de aroma e sabor em todo mundo. Portanto, foi a Cafayate, tome vinho... Torrontés!
Em Cafayate, bem como em quase todas as cidades da Argentina, tudo acontece em torno da praça central. Geralmente de nome Plaza de Armas ou Plaza San Martín ela é ocupada ao final da tarde por muita gente, os “locais” e turistas. É uma verdadeira festa. Na Argentina, as praças são do povo!
Nesse dia tinha um grupo folclórico de gaúchos (dos Pampas da Argentina) fazendo uma apresentação muito bonita. Era um sapateado danado! Fiquei pensando nas baratas!
No final foi uma grande festa (veja as fotos 1 e foto 2).
No outro dia acordamos cedo e fomos em direção a San Antonio de los Cobres. Fizemos o caminho em direção a Salta, pois o trecho entre Cafayate a S. A. de los Cobres pela Ruta 40 já conhecemos. No caminho uma paisagem fantástica, que vale a pena conhecer. No  caminho muitas homenagem a Difunta Correa e como caldo de galinha e cuidado não faz mal a ninguém, vai um litro de água.
Vejam as fotos (foto 1; foto 2; foto 3;).
Chegamos a S.A. de los Cobres final da tarde e ficamos em um Hostel simples, mas bom. Saímos para jantar e nos deliciar de um saboroso prato de Llama a La Plancha e Casuela de Llama. Fantástico!
Fomos dormir cedo, pois tínhamos que nos preparar para a grande parte final de nossa meta 1: completar a Ruta 40 em sua totalidade.
Mas isso é tema para o próximo post.
Então, até mais!

João/Ana/Moreno